Ainda nem sequer vou a meio do Revolutionary Road (do Richard Yates), mas posso já adiantar-vos que estou a adorar. E este encantamento advém, em grande parte, das personagens principais - Frank e April - que estão incrivelmente bem desenhadas e articuladas uma com a outra. Sobretudo a personagem de Frank comove-me imenso e estou, constantemente, a sofrer com ele, a lutar para que as suas tentativas de aproximação e reconquista de April não sejam em vão.
A história do casal, em (...)
Cada vez que estreia um programa tipo Love on Top, perco mais uma réstia (da pouca que ainda tenho) na televisão portuguesa. É que quando penso que já descemos o mais baixo que poderíamos descer com formatos como Secret Story ou Desafios Finais e outros que tais, aparece sempre um novo formato que me faz repensar toda a questão.
A sério, qual é a mesma a finalidade deste tipo de programas? Mas alguém ainda acredita que isto são reality shows? É que eu quero acreditar, com todas (...)
Eu sinto-me na obrigação de falar deste último livro que li. Nem é bem obrigação, é mais uma necessidade que me consome, esta de ter de partilhar a minha surpresa com este livro.
Para os mais distraídos (não vos condeno!), o livro que estava a ler (terminei ontem) foi Os pacientes de Freud de Mikkel Borch-Jacobsen. Não é que eu seja muito freudiana ou até apologista desta vertente da psicanálise ou psicodinâmica, mas o Freud é um nome histórico, é muito mais do que um (...)
In my younger and more vulnerable years, my father gave me some advice. "Always try to see the best in people," he would say. As a consequence, I'm inclined to reserve all judgements. But even I have a limit. Nick Carraway Como posso descrever-vos a minha experiência de ler o The Great Gatsby? - questiono-me enquanto tento organizar bem as minhas ideias e, essencialmente, todas as emoções que este livro (e, posteriormente, o filme) provocou em mim. Confesso que não gostei dele de (...)