Quanto menos se faz, menos se quer fazer. Não faço ideia de quem é o autor desta excelente mensagem popular, mas poderia ter sido eu. Esta semana sinto que não produzi praticamente nada. Tirando uma ou outra coisa que fiz para a faculdade, a maior parte do tempo foi passado a passear e descansar. E isto não teria nada de mal e grave se não estivéssemos na recta final do semestre, com os prazos de entrega de trabalhos e dos exames a apertarem e a dirigirem-se todos na mesma (...)
Às vezes, o dia não nos começa da melhor forma. Há coisas que fogem do nosso controlo, que nos ultrapassam. Chateia, cria irritação, mas acho que temos o poder de escolher como queremos enfrentar as situações. Se as coisas não dependem de nós, valerá a pena preocupar-nos, stressarmos com aquilo sob o qual não temos poder? Eu penso que não.
Hoje, por exemplo. O começo do meu dia foi terrível. Chuva intensa combinada com vento é sempre a pior forma de começar o dia. O (...)
Ter de ler dois artigos, estuda-los e preparar os respetivos power-points para as apresentações, mas estar há duas horas a estudar a formação de humidade no tecto da minha sala. Se a preguicite fosse doença, doente eu seria!
Saudades dos tempos em que a palavra férias significava realmente isso. Estar de férias, no bem bom, sem ter preocupações nem trabalhos. Mas isso acaba quando se entra na faculdade. Estas férias tenho tantos artigos para ler e trabalhos para iniciar, que não sei se não era melhor estar a ter aulas. E o pior é que depois desta semana, o semestre começa a apertar e todas as semanas têm os seus brindes, que é como quem diz, trabalhos, frequências, apresentações, relatórios, etc (...)